RIO 2016: BIAMPUTADA, AMY PURDY EMOCIONA EM DANÇA COM ROBÔ

Chamada pelo escritor e diretor criativo da cerimônia de abertura, Marcelo Rubens Paiva, de “Gisele Bündchen da paraolimpíada”, Amy Purdy foi uma das participantes mais comentadas da festa no Maracanã. Biamputada, a norte-americana Amy emocionou e deixou muita gente de queixo caído com uma dança em que teve como parceiro um robô – uma espécie de braço mecânico gigante

A coreografia, que simboliza a relação entre homens e máquinas, é de autoria da brasileira Cassi Abranches. Os dois dançaram ao som de ‘Borandá’, de Edu Lobo. A história de Amy é pura superação. Ela teve meningite bacteriana aos 19 anos e, por causa de complicações da doença, teve suas duas pernas amputadas

Amy ficou muito perto da morte. Ela conta ter ouvido a última batida de seu coração, e que três espíritos ofereceram a chance de escolher entre morrer e continuar vivendo. Amy decidiu pela vida

A escolha a colocou sobre uma prancha de snowboard. Depois de uma difícil adaptação, Amy passou a competir e subir ao pódio: ganhou dois ouros na Copa do Mundo de Para-Snowboard em 2011 e, em 2014, foi bronze na Paraolimpíada de Sochi

A escolha de Amy, 36 anos, para a apresentação no Maracanã não foi por acaso: ela foi vice-campeão do ‘Dancing With The Stars’, programa de dança da TV dos EUA. No Rio, mostrou a beleza dos seus movimentos mesmo sob chuva. Fonte Band.