CCJ oficializa senadora Simone Tebet como presidente

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) foi eleita presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) para o biênio 2019-2020, por aclamação. A reunião ocorreu na tarde desta quarta-feira (13) e também escolheu o senador Jorginho Mello (PR-SC) como vice-presidente da comissão.

Ao manifestar a honra de presidir a CCJ, a senadora prometeu uma “ação em favor do país”, dizendo ter consciência de que haverá muito trabalho na comissão nos próximos anos, quando certamente tratará de temas muito importantes para a sociedade. Simone assumiu o compromisso de dirigir os trabalhos sem “hierarquia”, tratando todos os membros da mesma forma, sem levar em conta a antiguidade ou o estado. Ela também prometeu não interferir na tramitação de projetos e garantiu a definição de todas as questões por meio do colegiado, com compromisso de imparcialidade.

A CCJ é considerada a mais importante comissão dentro do Senado, pois é a responsável por opinar sobre a constitucionalidade, a juridicidade e a regimentalidade das matérias que lhe são submetidas. A comissão é composta por 27 senadores titulares e outros 27 suplentes.

“Não farei nada sozinha enquanto presidente, estarei delegando e compartilhando essas atribuições com o colegiado, afinal somos 27 senadores, 27 cabeças pensam melhor e erram menos do que uma”, afirmou Simone, acrescentando que a CCJ representa “o coração do povo brasileiro”.

Mulher

Simone Tebet agradeceu o entendimento entre o MDB e PSDB que viabilizou sua indicação para a presidência da CCJ. Ela ainda fez um agradecimento especial às mulheres brasileiras e destacou a trajetória da atriz Bibi Ferreira, que morreu nesta quarta aos 96 anos. Na visão da senadora, Bibi Ferreira é uma inspiração para as mulheres do Brasil, abrindo caminhos e mostrando que a mulher pode ocupar todos os espaços.

“Esta é a primeira vez que uma mulher está à frente desta comissão. Hoje, está sentada aqui a mulher brasileira, a mulher mais simples, a mulher letrada, a mulher da vida, a mulher mãe e a mulher política na sua essência” declarou. *Fonte Correio do Estado