Em discurso aos secretários, Reinaldo destaca ‘máxima austeridade’ com dinheiro público

Durante a posse dos secretários estaduais, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) destacou nesta terça-feira (1º) a máxima austeridade com o gasto público e zelo pelo dinheiro, ‘arrecadado com o pagamento de impostos pela população”.

O governador reconheceu também a participação do secretariado na administração e destacou que não foi possível fazer tudo o que foi planejado, mas que a gestão anterior fez ‘muito mais do que era possível’ em momento de crise.

“Cumprimos mais de 86% dos compromissos e agora vamos trabalhar com metas factíveis e alcançáveis. São as bases do governo projetos demandados pela população”.

Reinaldo afirmou que serão entregues diretrizes gerais aos secretários empossados para que o foco seja sempre o atendimento ao público. “As senhoras e os senhores estão aqui para atender e servir a um único interesse: o interesse público. Isso significa que cada decisão, no dia a dia da administração, deve estar pautada pelo regime de máxima austeridade e o rigoroso zelo com cada centavo de dinheiro público, resultado dos impostos pagos com tanto sacrifício pela população. Servir ao interesse público nos obriga, em todas as áreas, qualificar o gasto e os investimentos, para alcançar alta eficiência e resolutividade”, recomendou.

Reinaldo destacou que é preciso modernizar o Estado para que o atendimento ao público e aos empresários sejam cada vez menos desburocratizado. “Chegou a hora de transformar o Estado guardião de toneladas papel, dos carimbadores de plantão, das filas e demora intermináveis, da burocracia sem limites por um estado Digital, facilmente acessível, transparente, ágil e da mesma forma responsável. No lugar de ser um entrave à vida das pessoas, precisamos agir para facilitar o dia a dia dos cidadãos, das empresas e das instituições. Essas e outras são cobranças corretas que convocam o serviço público brasileiro a dar respostas e oferecer soluções em curtíssimo prazo, ou se ampliará ainda mais, de forma perigosa, a enorme defasagem existente entre o Estado e o mundo real”, disse. Fonte Midiamax.